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Team Angola Cables faz ajustes finais no Mussulo III para participar da 30ª edição da Refeno

 

Última participação da equipe, apontada como uma das favoritas, foi em 2015, com a vitória na classe RGS e o terceiro barco a chegar a Fernando de Noronha. Neste ano, time do Mussulo III Team Angola Cables será formado por nove tripulantes

Apontado como um dos grandes favoritos da Refeno - 30ª edição da Regata Internacional Recife / Fernando de Noronha, o Team Angola Cables faz os últimos ajustes no barco Mussulo III Team Angola Cables para participar da regata na classe RGS.

A embarcação, patrocinada pela Angola Cables, conta com uma tripulação formada por nove integrantes. “Acabamos de participar da terceira etapa da Copa Suzuki, disputada em Ilhabela, litoral de São Paulo, como teste final antes da Refeno. A equipe, apesar de ter disputado em outra categoria, mostrou um bom entrosamento e obteve uma ótima performance na competição. Vamos para a Refeno, confiantes e com a aposta de que tenhamos ventos favoráveis, ao menos de média para forte intensidade, para fazermos uma excelente prova”, explica José Guilherme Caldas, comandante do Team Angola Cables Mussulo III.

A última participação do Team Angola Cables na Refeno ocorreu em 2015. Também apontada como uma das favoritas na época, a equipe não decepcionou, conquistando o primeiro lugar na classe RGS. O barco Mussulo III foi o terceiro a chegar na ilha de Fernando de Noronha, após 31h15m02s.

Patrocínio Angola Cables

A relação da empresa multinacional de Telecom Angola Cables com os mares e oceanos intercontinentais vai além dos cabos submarinos de fibra óptica. A companhia patrocina a equipe Mussulo Team Angola Cables  que conta com três embarcações — o Mussulo 25, o Mussulo III e o Mussulo 40 —, comandados pelo angolano José Guilherme Caldas.

 

A relação da empresa com a vela começou por acaso, por meio de um pedido de um grupo de velejadores angolanos que buscava apoio para participar da regata Cape To Rio 2014, que partia da África do Sul e tinha o Rio de Janeiro como ponto de chegada. ”Vimos nessa modalidade esportiva uma relação direta com o nosso negócio, de atravessar o oceano para conectar continentes via cabos submarinos de fibra óptica”, conta António Nunes, CEO da Angola Cables.

 

A companhia conta com um mega empreendimento aqui no Brasil, que contempla os cabos submarinos de fibra óptica Monet – já em operação e que conecta Santos a Fortaleza e  a Miami – e o South Atlantic Cable System (SACS) – previsto para entrar em operação nos próximos dias, conectando Fortaleza a Luanda (Angola) por meio de uma rota inovadora, via Atlântico Sul. Além disso, a Angola Cables está construindo um data center de última geração na Praia do Futuro, em Fortaleza, com previsão de iniciar as operações no final deste ano.

 

Sobre a Angola Cables: 

Angola Cables é uma multinacional angolana de telecomunicações, fundada em 2009, que opera no mercado de atacado, cujo negócio principal é a comercialização de capacidade em circuitos internacionais de voz e dados através de sistemas de cabos submarinos de fibra óptica. É um dos maiores acionistas do WACS (West Africa Cable System), que liga a Africa do Sul à Londres, fornecendo serviços de nível de operador a operadores em Angola e na região subsaariana, tornando-se assim um dos maiores fornecedores de IP na região.

Seus principais projetos - SACS e Monet - vão interligar três continentes: América do Sul, América do Norte e África, bem como o Data Center de Fortaleza, uma instalação de Nível III que irá interligar os seus sistemas de cabo criando uma rede altamente conectada. Hoje a empresa já opera um Data Center em Angola, o Anganop. Para mais informações acesse: www.angolacables.com