Tel: +55 (51) 3265-1717

 

O Campeonato Brasileiro da Classe 470 começou na sexta e terminou nesta segunda-feira no Iate Clube do Rio de Janeiro. A vitória foi da dupla Fábio Pillar e Gustavo Thiesen. Na vice-colocação geral e primeiro lugar feminino ficaram Fernanda Oliveira e Ana Barbachan. “Foi bom o resultado porque vamos com alguma vantagem sobre as nossas adversárias para a Pré-Olimpica em SC”, disse Ana. A Pré-Olímpica começa dia 21 em Florianópolis.

1ºFábio Dutra Pillar/Gustavo Canal Thiesen (CDJ)

2º Fernanda Oliveira/Ana Luiza Barbachan (CDJ)

3º Alexandre Paradeda/Bernardo Arndt (CDJ)

4º Martine Soffiatti Grael/Isabel Marques Swan (ICRJ)

5º Carlos Wanderley / Marco Brancher (YCSA)

6º Henrique Haddad/ Nicolas Castro(ICRJ)

7º Alexandre M. Muto/Felipe Brito (ICRJ)

8º Breno Osthoff /Ricardo Carvalho (ICRJ)

 

Por Tarcísio Mattos
Comandante do Zephyrus e jornalista
Em Florianópolis (SC)

Juntamente com o 22º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, que inicia nesta terça feira, 8 de fevereiro e termina no próximo sábado, dia 12, em Florianópolis, será disputado o Campeonato Brasileiro de BRA-RGS 2011. Planctom, Magia e Tigre estarão na raia defendendo os títulos brasileiros conquistados em 2010, também em Florianópolis, nas suas respectivas divisões A, B e C. Porém, este ano o Brasileiro será corrido em uma nova configuração, que elimina as subdivisões e todos correm contra todos. Assim o pequeno Tigre/Mormaii, de 21 pés, terá como adversário direto o Inaê/Transbrasa, de 50 pés.

Entre os 15 barcos inscritos no Campeonato Brasileiro estará o Zephyrus/Tempo, segundo colocado no Brasileiro do ano passado na divisão B, que foi vencida pelo Magia. “Sem as subdivisões nosso barco ficou no meio da Flotilha. Só teremos bons resultados se o regime de ventos desta semana for extremamente favorável para o Zephyrus. Se prevalecerem ventos fracos, os pequenos levam vantagem, se forem fortes, os grandes serão imbatíveis”, analisa Rogério Capella, tático da equipe que torce para que os humores de Éolo resultem em sopros entre 12 e 18 nós de intensidade com ondulação baixa.

Além da nova fórmula de disputa, os veleiros inscritos na classe BRA-RGS correrão a primeira competição sob regras atualizadas, o que alterou os cálculos de correção de tempo de regatas de todos os barcos. “Com as novas medições nossa hora de regata foi acrescida substancialmente em relação à maioria dos concorrentes. Isto faz uma grande diferença, principalmente numa disputa de elevado nível como o Campeonato Brasileiro, onde as tripulações correm com as escotas nos dentes e o coração na ponta dos mastros”, diz Tarcísio Mattos, comandante do Zephyrus/Tempo, que em 2010 venceu, em sua classe, a Semana de Vela de Ilhabela (SP), a Copa Veleiros de Oceano, a Copa Flotilha e, pela terceira vez consecutiva, a Volta à Ilha de Santa Catarina.

Neste primeiro dia de regatas deverá ser realizada a prova de percurso longo, que levará os veleiros até a costa Leste da Ilha de Santa Catarina e proporcionará um belo e colorido espetáculo para os veranistas que lotam as praias de Florianópolis nesta época do ano. A chegada será em Jurerê, junto ao Iate Clube de Santa Catarina, sede das competições.

O Zephyrus, veleiro patrocinado por Tempo Editorial e Made in Floripa, terá a sua tripulação completada com o retorno de Samirah Bastos, que em 2010 correu regatas de veleiros de oceano no circuito europeu, e com os velejadores Paulo Cesar de Barros Pinto, Fabrício Ness e Luzia Eicke.

 

Trimarã de 40 metros bateu em um objeto não identificado e abandonou a tentativa

Por Rosângela Oliveira
Da redação da www.nautica.com.br


BanqueMesmo velejando 324 milhas à frente do atual recorde de volta ao mundo, maxitrimarã Banque Populaire V, desistiu da tentativa de conquistar o troféu Julio Verne devido a uma colisão com um OFNI (Objeto Flutuante Não Identificado) na madrugada do dia 3 de fevereiro, o que causou a quebra de uma das bolinas do barco. O troféu Julio Verne é dado ao detentor do recorde da volta ao mundo a vela. A marca atual é do trimarã Groupama 3 comandado pelo francês Frank Cammas, que completou a volta ao mundo em 48 dias, 7 horas e 44 minutos em 2010.
Segundo o capitão Pascal Bidegorry foram 24 horas de esforços para o conserto da peça, que teve de ser cortada e ficou com dois metros em vez dos 5,8 metros habituais.
O capitão declarou que com essas condições o barco perde muito potencial de competitividade e com os ventos das Ilhas Kerguelen pela frente o comprimento total da bolina é essencial.
O Banque Populaire V estava no mar há 14 dias em busca do recorde e deixou a prova neste sábado dia 5 de fevereiro.

 

Um começo selvagem, molhado e ventoso, assim foi a largada da 3ª etapa da VELUX 5 OCEANS, regata solo de volta ao  mundo que partiu no domingo com quatro barcos do porto de Wellington, Nova Zelândia. Com os fortes ventos, de 25-30 nós os comandantes zarparam para Punta del Este, no Uruguai, a terceira de cinco etapas que compõem  a The Ultimate Challenge Solo.

velux

Apesar do tempo, centenas de pessoas compareceram ao Queens Wharf  para assistir a cerimônia de despedida da largada que teve lugar a poucas centenas de metros da costa.
Com o tiro de partida  às 14h30, hora local, o capitão americano Brad Van Liew, o líder geral da competição, que foi primeiro, a bordo do Le Pingouin, a saiu na frente em direção a primeira marca da regata ainda no interior do porto, a duas milhas marítimas do início. Mas foi o polonês 'Gutek' , Zbigniew Gutkowsk Gutkowski no Operon Racing que roubou a cena ao montar por primeiro a marca.

Depois de uma dramática corrida antes da a saída, para consertar um vazamento de óleo a bordo do Active House, o canadense Derek Hatfield cruzou a linha de largada em terceiro lugar, mas superou Brad Van Liew no caminho para a primeira marca. No momento que os skippers iam pela Barrett Reef, no Estreito de Cook, os ventos atingiram 50 nós. O capitão britânico Chris Stanmore-Maior começou a corrida em quarto, depois de problemas com a genoa no Spartan.
A perna de 6.000 milhas náuticas de Wellington para Punta del Este, no Uruguai, vai levar a flotilha para o Oceano Austral, pela latitude 56 graus sul para contornar o Cabo Horn, no extremo sul da América do Sul . Ao longo do caminho os capitães vão enfrentar ondas que podem atingir até 25 metros de altura e ventos que sopram constantemente entre 25 e 40 nós - e muitas vezes mais.

00047509_tEles irão também passar pelo ponto Nemo, o lugar mais remoto do mundo, com mais de 2..000 milhas náuticas afastado da terra, em todas as direções. Depois de sobreviver a todo o Oceano Antártico eles cruzaram pelo Cabo Horn, onde milhões de toneladas de água são forçados através de um espaço de 400 milhas de largura entre o continente da América do Sul e Antártica .
A VELUX 5 Oceans começou a partir de La Rochelle, em França, em outubro e conta com cinco etapas oceano. Após a partida de La Rochelle foi na Cidade do Cabo, e depois de Wellington na Nova Zelândia. A frota está agora a caminho de Punta del Este, no Uruguai e depois para Charleston os EUA, antes de retornar para o outro lado do Atlântico para a França.

Para saber todas as novidades e manter-se atualizado visite: www.velux5oceans.com/

 

Uma grande quantidade de barcos e público compareceu no sábado (5) próximo a linha de largada para acompanhar as primeiras milhas da 23º edição da tradicional Regata Oceânica Buenos Aires – Río de Janeiro, organizada pelo Yacht Club Argentino e Iate Clube do Río de Janeiro desde 1947.

BARJ1

A linha de largada foi montada nas imediações do Km 5 do Canal Sul do acesso ao Porto de Buenos Aires. Às 15 horas foi dada a partida da competição com vento Sul -Sudoeste de 18 nós de intensidade e com o nível do Río da Prata abaixando. Participam oito barcos, seis em regata e dois em cruzeiro. O veleiro “Esperanza” da Prefeitura Naval Argentina desistiu da regata.

BARJ

Após a largada os veleiros Bonanza e Abbey Sea Shipping Services foram os únicos colocarem spinnaker, porém derivaram demasiado e voltaram a Genoa 1. Os demais barcos navegaram até a costa de Quilmes para buscar a única marca de percurso, no km 19 do Canal de aceso ao Porto de Buenos Aires. Os barcos já então navegando com 18 nós de vento alcançaram boa velocidade buscando a saída do Rio da Prata.

BARJ2

Os participantes da regata são:

Bonanza - Diego Rafetto, do Club Naval de Uruguay

Fortuna II - Gustavo Lioi Pombo, da Armada Argentina

Abbey Sea Shipping Services - Esteban Kallay

María Maria - Juan Nacarato

Intrepid - Raúl Révora

Extra Brut - Pablo Swiecicki

Acompanham a regata os barcos: Fjord VI e Gitana del Sur

O recorde da regata no tempo real pertence ao veleiro Rambler, de 2008 sob o comando de Ken Read, com 4dias 09 horas 55 minutos 45 segundos. No entanto no tempo corrigido o recorde do Daphne de Germán Frers desde 1987.

 

Tabla de Posiciones

YATE

FECHA

HORA GMT

LATITUD

LONGITUD

RUMBO

ABBEY SEA BACCARAT

6-Feb

12:09:05

34 58.70

055 59.55

80

BONANZA

6-Feb

12:10:36

34 57.73

056 01.20

90

EXTRA BRUT

6-Feb

11:09:05

34 50.20

057 55.32

120

FJORD VI

6-Feb

12:08:50

33 36.20

052 47.33

70

FORTUNA II

6-Feb

12:09:05

34 58.23

056 00.57

85

GITANA DEL SUR

6-Feb

12:07:59

34 57.85

056 02.18

85

INTREPID

6-Feb

12:09:20

34 55.90

056 21.78

110

MARIA MARIA

6-Feb

12:09:05

34 57.98

056 06.46

75

 

Acompanhe as posições no site do Yacht Club Argentino: www.yca.org.ar