DMAE presta esclarecimentos sobre escavação subaquática

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Prezados Senhores (as), o Dmae, através da Coodenação do Programa Socioambiental, vem prestar alguns esclarecimentos sobre os procedimentos que vem adotando, relativos a escavação subaquática para instlação de tubulações de esgoto sanitario, que irá elevar o tramento de esgoto de 27% para 77%.

Estas obras, além dos beneficios a toda a população em termos de melhoria da qualidade do lago Guaiba, trará beneficios diretos aos usuários do Lago como meio de navegação, por propriciar num futuro bem próximo, águas saneadas e com meio ambiente recuperado em termos de fauna e flora.

Abaixo esclarecimentos sobre os procedimentos de dragagem. Agradecemos a compreensão de todos, pois se transtornos estão sendo verificados no curso da obra, reafirmamos o compromisso de repará-los da melhor forma e com a melhor técnica.

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Saudações,

Eng. Valdir Flores
Coordenador UCED/PISA


Procedimento de Dragagem

A dragagem para instalação das tubulações subaquáticas no Lago Guaiba, em execução pelo Dmae, está sendo feita por draga de sucção e recalque, com equipamento acoplado tipo desagregador, sobre linha do traçado do emissário subaquático projetado, controlada por equipamento eletrônico SinRad e com cotas aferidas por GPS.

O material dragado está sendo disposto lateralmente, a mais ou menos 200m da linha do traçado projetado. O avanço da draga está previsto em torno de 40m/dia, devendo ser concluída a dragagem dos 11.263m projetados em até 10 meses (até maio2012). O material dragado, conforme previsto em projeto, deverá retornar ao preenchimento da vala e reaterro do tubo de modo natural, em torno de 30 a 90 dias.

Prevendo eventuais consolidações do material dragado nos locais de lançamento e com a finalidade de não obstruir possíveis caminhos de velejadores e embarcações nas áreas menos profundas, foi feito levantamento batimétrico prévio, com seções a cada 100m e largura de 250m para cada lado do eixo do traçado.

Este mapeamento será refeito após a conclusão do lançamento do emissário, de modo a detectar possíveis pontos de sedimentos não retornados, o que ensejará o uso da draga, com apoio de equipamentos de GPS, para succionar o material depositado e retorná-lo ao leito dragado, corrigindo eventuais alterações do relevo original de fundo.

Esta operação está arrolada nas ARTs de atribuições do Responsável Técnico e do Supervisor do Contrado.

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