Tel: +55 (51) 3265-1717

 

 

Paprec Virbac-3 passou a longitude de Wellington na 0845hrs (UTC) esta manhã.

Barcebandeau_detail


Isto significa que o líder da Barcelona World Race levou 20 dias, sete horas e 10 minutos para completar a terceira perna da regata non-stop entre o Cabo da Boa Esperança (20 graus a leste) e Estreito de Cook (174 E 47).

Neste trajeto pelo Oceano Índico será concedido um troféu para o barco com o melhor tempo entre cada ponto.
Paprec-Virbac 3 está agora em direção a Chaffers Marina em Wellington, onde eles vão fazer uma parada para reparos técnicos.
Uma fantástica série de imagens tiradas de helicóptero na Nova Zelândia pelo fotógrafo Chris Cameron já está online na seção Multimedia do  site. Veja também as espetaculares imagens de televisão, em breve!

 

Da redação da www.nautica.com.br

Divulgação/Noaa
Partes do Dois Irmãos foram encontradas nas águas do Havaí

Arqueólogos encontraram o navio baleeiro naufragado que pertenceu ao capitão que inspirou o clássico de Herman Melville, Moby Dick, romance do século 19.

Os restos do navio, Dois Irmãos, foram encontrados em águas rasas na costa do Havaí, George Pollard era o capitão quando o navio bateu num recife de coral e afundou em 1823. Seu navio anterior, o Essex, tinha sido atacado por uma baleia e também naufragou, proporcionando a narrativa do livro.

Os restos dos Dois Irmãos foram encontrados por pesquisadores da America's National Oceanic and Atmospheric Administration (Noaa), cerca de 600 milhas (965 km) a noroeste de Honolulu.

A embarcação de madeira se desintegrou nas águas quentes, mas os pesquisadores descobriram arpões, um gancho para descascar a gordura das baleias e caldeirões utilizados para transformar gordura de baleia em óleo.

O naufrágio do Dois Irmãos foi relativamente tranquilo em comparação com o Essex, que enfrentou uma baleia cachalote, em 1821.

Após o naufrágio do Essex, o capitão George Pollard e sua tripulação ficaram a deriva, sem comida e água por três meses e chegaram ao canibalismo, antes de serem resgatados.

Pollard desistiu da caça de baleias e tornou-se um vigia noturno em, Massachusetts, nos Estados Unidos.

O veleiro Abbey Sea Shipping Service Baccarat, de Esteban Kallay foi o fita azul da 23º Regata Buenos Aires -Rio que largou no dia 5 de fevereiro. Veja como está a classificação provisória:

 

Tabla de Posiciones

YATE

FECHA

HORA GMT

LATITUD

LONGITUD

DIST A RIO

ABBEY SEA BACCARAT

14-Feb

01:07:58

22 57.08

43 10.32

ARRIBADO

BONANZA

9-Feb

10:03:30

32 12.07

051 58.73

ABANDONO

EXTRA BRUT

8-Feb

18:10:50

34 52.50

055 16.83

ABANDONO

FJORD VI

14-Feb

10:09:00

24 24.98

046 26.23

195

FORTUNA II

14-Feb

21:03:00

22 57.09

43 10.30

ARRIBADO

GITANA DEL SUR

14-Feb

10:08:15

32 02.02

52 04.63

-

INTREPID

11-Feb

22:20:09

28 07.40

047 37.13

393

MARIA MARIA

14-Feb

12:00:00

23 59.10

043 10.46

82

 

 

Las coordenadas están expresadas en grados, minutos y décimas de minuto

 

 

Por Tarcísio Mattos
Comandante do Zephyrus e jornalista
Em Florianópolis (SC) www.nautica.com.br

O Campeonato Brasileiro de BRA RGS 2011 encerrou neste sábado, em Florianópolis, com a vitória de Davi sobre Golias. O Tigre, de 21 pés, derrotou com folga o 40 pés Feitiço, segundo colocado. Nas seis regatas disputadas, o Delta 21, de Alberto Santoro, obteve uma vitória, três segundas colocações e chegou em terceiro em apenas duas regatas, somando nove pontos, após um descarte.

O Feitiço, FAST 395, de Carlos Augusto de Matos, acumulou 14 pontos, seguido de Zephyrus (Velam
ar 29, de Tarcísio Mattos) com 15, e Jyllic (FAST 395, de Martin Alejandro Bonato), com 16 pontos perdidos.



Walter Becker, presidente nacional da BRA-RGS e tripulante do Jyllic, ficou satisfeito com os resultados vistos na primeira competição disputada após as substanciais alterações na regra que passaram a vigorar este ano. “A regra está muito mais justa, os resultados mostraram isto. Quem velejou melhor, chegou na frente. Em seis meses todos estarão adaptados e as reclamações cessarão. A regra está blindada, e para vencer, agora tem que velejar bem”.

Fabrício Nees, tripulante do Zephyrus, não sabe de onde tirar os segundos que os separam do Tigre. “A exceção da largada em que fomos desclassificados, chegamos à frente deles na água em todas as regatas e exatamente uma posição atrás na planilha. E sempre entre dez e 30 segundos, tempo que está dentro da diferença favorável de 20 segundos que eles obtiveram em relação a nossa hora de regata com os novos cálculos”, lamenta.

Outra particularidade na disputa do Campeonato Brasileiro de BRA-RGS 2011, que contou com poucos barcos na raia (somente 16 inscritos, sendo 13 de Santa Catarina, dois de São Paulo e um do Rio Grande do Sul), foi a fórmula, que não premiou as clássicas subdivisões A, B e C. Houve somente a Geral, com todos contra todos.

As duas últimas regatas foram disputadas em quatro pernas e sob vento nordeste, firme na primeira e com muitas rondadas na segunda.

O Zephyrus correu po Brasileiro de BRA-RGS com apoio das empresas Tempo Editorial e Made in Floripa.

Resultado final do Brasileiro de RGS:
1º Tigre II C
2º Feitiço A
3º Zephyrus B
4º Jylic II A
5º Magia B
6º Plancton A
7º Scirocco A
8º Bruxo A
9º Inaê/Trnasbrasa A
10º Argonauta A
11º Nemo B
12º Missionário A
13º Brascola B
14º Bom Abrigo B
15º Garrotilho A
16º Banzai C

As regatas também contaram pelo Circuito Oceânico de Santa Catarina, e os resultados ficaram:
RGS A
1º Feitiço A
2º Jylic II A
3º Magia B
4º Plancton A
5º Scirocco A
6º Bruxo A
7º Inaê/Trnasbrasa A
8º Argonauta A
9º Missionário A
10º Garrotilho A

RGS B e C
1º Tigre II C
2º Zephyrus B
3º Magia B
4º Nemo B
5º Bom Abrigo B
6º Banzai C

 

 

Barco de 21 pés venceu o Brasileiro, com Fast 395 pés em segundo e Velamar 29 em terceiro

Antonio Alonso Jr  da www.nautica.com.br
Em Florianópolis (SC)

Foto: Antonio Alonso Jr
Tigre II, campeão Brasileiro da classe BRA-RGS

Apesar de ser o menor barco da raia, o pequeno Delta 21 Tigre II, de Alberto Santoro, não causou surpresa alguma ao vencer o Brasileiro de RGS em Florianópolis. Numa competição bastante equilibrada, disputada sob as novas regras da RGS, que provocou a mudança no rating de todos os barcos, o Tigre II venceu apenas uma regata, mas chegou entre os três primeiros em todas as seis disputadas, mostrando uma regularidade que lhe valeu o título de campeão. Em segundo lugar ficou justamente um dos maiores barcos da raia, o Feitiço, Fast 395, de Carlos Augusto. Em terceiro lugar, completando o pódio, um barco de tamanho médio, o Velamar 29 Zephyrus, de Tarcísio Mattos.

Foto: Antonio Alonso Jr
Argonauta, décimo colocado no Brasileiro

"É claro que eu achei tudo muito bom. Estou muito satisfeito com meu veleiro que é pequeno, me dá pouco custo de manutenção e muita diversão e agora me dá também essas alegrias", contou o comandante Alberto Santoro. Santoro velejava no Rio de Janeiro nos anos 90 e ficou um bom tempo afastado das regatas depois que se mudou para Florianópolis. Só há dois anos comprou o Tigre II e voltou a competir. "Agora eu não páro mais. Já estou conversando com a Mormaii, que patrocina o barco, para irmos este ano para a Semana de Ilhabela. Depois dessa vitória, acho que vamos conseguir", comemora.

Mesmo com os ventos mais fracos deste ano em Santa Catarina, que tendem a favorecer barcos menores, o segundo lugar do Feitiço prova que a nova regra merece um voto de confiança. Boa parte dos velejadores aprovou a mudança. Alguns barcos, no entanto, se sentiram penalizados. Este é o caso do Plancton, Schaefer 31 de Pedro Santiago, que foi grande vencedor na RGS A no ano passado e neste ano terminou em sexto lugar.

O segundo colocado, o Fast 395 Feitiço fez, provavelmente, sua última semana de vela com seu atual dono, Carlos Augusto de Mattos. Ele está vendendo o barco e comprou um Carabelli 30, uma nova classe de monotipos de oceano que empolgou vários velejadores catarinenses e deve estrear já na Semana de Vela de Ilhabela.

Já Tarcísio Mattos, comandante do terceiro colocado Zephyrus, disse que sabia desde o começo que seria bastante difícil levar o título do Brasileiro com a regra nova. "Mas no final eu gostei. Achei equilibrado e foi realmente muito difícil pegar o Tigre este ano". Em 2010, correndo pela classe RGS C, o Tigre perdeu apenas uma de todas as regatas que disputou.

Resultado final do Brasileiro de RGS:
1º Tigre II C
2º Feitiço A
3º Zephyrus B
4º Jylic II A
5º Magia B
6º Plancton A
7º Scirocco A
8º Bruxo A
9º Inaê/Trnasbrasa A
10º Argonauta A
11º Nemo B
12º Missionário A
13º Brascola B
14º Bom Abrigo B
15º Garrotilho A
16º Banzai C

As regatas também contaram pelo Circuito Oceânico de Santa Catarina, e os resultados ficaram:
RGS A
1º Feitiço A
2º Jylic II A
3º Magia B
4º Plancton A
5º Scirocco A
6º Bruxo A
7º Inaê/Trnasbrasa A
8º Argonauta A
9º Missionário A
10º Garrotilho A

RGS B e C
1º Tigre II C
2º Zephyrus B
3º Magia B
4º Nemo B
5º Bom Abrigo B
6º Banzai C